No mais estou fazendo uns tapetes de barbante logo logo vou postar.
PAVÊ DE MARACUJÁ
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite (usei com soro e tudo)
1 lata de suco concentrado de maracujá
Bati tudo no liquidificador e acrescentei 1 envelope de gelatina em pó sem sabor preparado conforme a embalagem, bata novamente.
Em um refratário coloquei metade da mousse, uma camada de bolachas , o resto da mousse e levei a geladeira, sirva com a calda de maracujá.
Calda :
Polpa de 2 maracujás
3 colh(sopa) de açúcar
200 ml de água , pode substituir metade por suco de maracujá , fica mais azedinho.
1 colher de amido de milho
Mistura tudo e leva ao fogo , mexendo sempre , levantou fervura e engrossar um pouco está bom , é só esfriar e se deliciar.
Ah terminei de ler o Vendedor de Sonhos e começei essa semana ler a Menina que roubava livros , estou adorando e recomendo.

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. |
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BEIJOS E UMA SEMANA ABENÇOADA A TODAS!!!












